quarta-feira, 26 de março de 2008

Crónica de uma morte anunciada

Hoje só me vem à cabeça este título do Gabriel Garcia Márquez.
É incrível como apesar de esperar-mos e até mesmo desejar-mos (por questões que se prendem com o sofrimento da pessoa) a morte de um parente próximo, na verdade nunca estamos à espera que ela aconteça.
Apesar de anunciada nunca, mas nunca, a morte é esperada.

7 comentários:

Zélia disse...

Nunca esperada e sempre sofrida....

Hydrargirum disse...

Nunca nada, por mais preparação teórica que tenhamos...nos prepara para a irreversabilidade do momento final...

Não há nada como a realidade para nos acordar os sentidos dessa maneira!:/

Um abraço sentido!!!

Mikael disse...

Por vezes gostava de viver numa daquelas sociedades em que se encara [verdadeiramente] a morte como apenas mais um estado de passagem e que até se celebra essa passagem. Deve tornar tudo muito mais simples...

Como não é o caso deixo-te um abraço... ou mesmo dois.

Junta-te ao clube disse...

Força...

Ass: Gattaca

João disse...

Obrigado a todos.
Abraço grande
J

Rita disse...

Estou com o Mikael, também gostava de encarar a "coisa" de outra forma mas infelizmente fomos criados e ensinados a encará-la desta forma triste e dolorosa e apesar de nascermos já com a certeza que o inevitável acontecerá mais cedo ou mais tarde nunca na vida estamos preparados para tal...
Beijo Grande

João disse...

Rita: A nossa tradição judaica/cristã a isso nos ensinou. Agora é viver o melhor que podermos com ela. Beijinho