terça-feira, 4 de agosto de 2009

Islândia #5 - As Highlands

A caminhada de cerca de 60km pelas "Iceland Highlands" começou logo na 3ª feira de manhã.
Não vou descrever exaustivamente o que se passava no dia-a-dia.
A rotina era levantar de manhã, pequeno almoço, desmontar tendas e partir. Ao final do dia quando chegavamos aos abrigos de montanha era montar tudo de novo, jantar e gozar a noite que na verdade não existia.
Como imagens falam melhor que mil palavras deixo apenas fotos.

Um dos abrigos de montanha

A 1ª subida
Corrente de lava - Campo base ao fundo
...
Olhei para cima e vi-as a passar :)
Vegetação característica
Cratera vulcânica com água
Aspecto em volta
Idem
Deserto de lava e cinza do 3º dia
Idem
Pequeno canyon
Quase no final da jornada (6ª feira) As famosas árvores da Islândia

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Islândia #4 - A Partida

Na segunda-feira ao final da manhã saimos do alojamento num autocarro que nos ia levar aquilo que chamo o "Campo Base" de onde iamos partir para 5 dias de caminhada.
Foram horas infindáveis de transporte por montes e vales na verdadeira acessão da palavra. Passavamos também por pequenas cascatas, geisers, desertos de lava etc.
O campo base era muito acolhedor (tiando umas chatas de umas moscas). Verde, com uma hot spring ao pé e com algumas infraestrutiras que se pagavam a peso de ouro. Por exemplo, um banho quente (e se estava frio) eram 400 ISK (pouco mais de 2€) e tinhamos 5 minutos para o tomar.
Chegados e tenda montada fomos dar uma volta pelas redondezas e subir a uma montanha perto (1400m) com uns autriacos que nos iam acompanhar. Pareciam cabras dos montes a subir aquilo.
Depois foi o jantar e cama (saco-cama). No outro dia sería a partida bem cedo. E que prometia ser bem dura.
Aspecto do "Campo Base"
Riacho que saia de uma Hot Spring
Hot spring
A paisagem circundante
Outro rio que passava perto Aspecto do Campo

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Islândia #3 - Blue Lagoon

A Blue Lagoon é o quarto melhor SPA do mundo segundo me disseram. Basicamente é uma lagoa de água salgada que é aquecida geotérmicamente.

Na verdade e segundo nos contaram, algumas centenas de metros abaixo da lagoa o magma aquece uma intrusão de água salgada que depois vem para a superfície. De forma a manter a água a uma temperatura razoável é continuamente injectada água do mar fria na lagoa. Para além disso possui uma areia muito fina rica em silica com propriedades benéficas para a pele.

E foi aqui que viemos passar o ultimo dia perto de Reykjavik. Por 5900 ISK (cerca de 34€) vieram-nos buscar de autocarro e levaram-nos até lá. E lá passamos o dia a banhos. A colocar a silica na cara. Entre a sauna e o banho turco. A dormitar na sala de relaxamento. A comer comida natural no restaurante. A preparar a grande caminhada dos próximos dias.

Foi giro. Foi diferente. Foi relaxante. Mas um dia inteiro nisto também cansa :).

A entrada do complexo
Lava coberta de liquens
Lava por todo o lado Caminho de acesso entre montanhas de lava
A Blue Lagoon
Idem
Idem
A sala de relaxamento
Piscina interior

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Islândia #2 - Reykjavik

Reykjavik que significa Baia Fumegante é a capital da Islândia. É também a capital mais a norte do mundo.
Nesta cidade de edificios pequenos e que tem as dimensões de cerca de 1/4 de Lisboa vive 60% da população islandesa. Pensa-se que os primeiros colonos noruegueses chegaram na zona de Reykjavík levados por Ingólfur Arnarson aproximadamente no ano de 870. Isto está documentado no Landnámabók(o Livro da Colonização).
Passei um dia inteiro a visitar a cidade e na verdade foi mais que suficiente. A cidade é bem pequena, facilmente se vêem os museus que embora numerosos são pequenos o que faz com que não seja necessário dispender muito tempo.
De uma forma geral a cidade é bem agradável e o bom tempo fez com que a visita ainda se tornasse mais agradável. Os islandeses são também bastante simpáticos. Pedem no entanto é dinheiro para tudo. Tudo se paga (à excepção do ar que respiramos) e paga-se muito bem.
Ficam aí algumas fotos.

Uma rua normal de Reykjavik
A catedral católica de Reykjavik
Até o St. antónio lá está
Edificio governamental (são todos assim...pequenos)
Thor
Aspecto do porto
Reykjavik está rodeada por mar
Cavername de um drakar - Escultura
Eriksson - O descobridor viking da América
Catedral luterana em obras - O maior edificio de Reykjavik
Interior
Na realidade ela é assim
Parque da cidade
Parque da Cidade
Parque da cidade

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Islândia #1

Voltei.
Voltei do norte.
Foram dias inesqueciveis

Atravessei glaciares. Caminhei quilómetros por montanhas de gelo e lava. Atravessei planícies de erva e desertos de cinza vulcânica. Paisagens de tundra. Outras que me faziam lembrar a superficie de um qualquer planeta distante.
Estive 12 noites sem saber o que isso era. Luz...sempre.
Conheci pessoas que partilharam comigo paisagens lindissímas. Das mais lindas que já vi.
Banhei-me em lagos aquecidos pelo fogo vulcânico. Atravessei rios e riachos de águas frias...frias como gelo.
Dormi em tendas no alto de escarpas. Senti o vento a gelar-me a cara.
Islândia é mesmo a terra do fogo e do gelo.
Thor viveu ali de certeza.
Voltei cansado de morte mas voltei como novo.

Esqueci de levar a pen para colocar fotos.
Também estive quase sempre sem rede de tm e também sem net.
Descreverei aqui nos próximos dias a minha viagem.
Vai ser muito mas muito difícil escolher as fotos.
Amanhã já mais recuperado recomeço.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

De partida #5

Mais uma vez de partida.
Desta vez de férias. E desta vez para a Islândia.
O mais jovem país da Europa - geologicamente falando - a Islândia ainda está em formação. Um pouco por todo o lado, no alto das montanhas e debaixo dos glaciares, há um rio de fogo que vai modificando a paisagem primitiva da ilha.
O nome do país dá uma ideia do que me espera: “Iceland”, Terra de Gelo. E o nome não se deve apenas ao clima frio: a própria natureza é árida e agreste como gelo. Sobre o chão de lava escura pouco consegue crescer para além de líquenes e algumas plantas rasteiras; é a esta quase completa ausência de árvores que se deve a velha piada “se estiver perdido numa floresta islandesa, levante-se”.
Dizem no entanto que tem paisagens lindissimas e de cortar a respiração.
É também a terra da Bjork :).
Registarei aqui o que vou vendo ... na medida do possível.
Até lá...fiquem bem :)


sexta-feira, 10 de julho de 2009

China - Epílogo

Que dizer da China que já não tenha dito das últimas duas viagens.
Apenas uma coisa.
Quero muito voltar, embora não saiba quando.
Pequim continua a encher-me as medidas.
Até já tenho o plano para a próxima viagem.
Hong Kong - Macau - Xian - As montanhas do sul - Cantão - e claro Pequim.
Não sei quando será mas também sei que não serão muitos anos.
Sugiro que se poderem vão.
Não hesitem.
Os medos muitas vezes transmitidos em relação ao choque cultural e à comida não me parecem fazer muito sentido. E eu estive em Guiyand a provincia mais pobre. É um país fantástico. Vale a pena visita-lo no outra lado do mundo.
Dentro de uma semana estou mais uma vez de partida. Até lá fiquem bem :).





quarta-feira, 8 de julho de 2009

Pato à Pequim #2

O Vasco que me perdoe mas não poderia encerrar o capítulo "Pato à Pequim" sem deixar aqui registada a sua destreza com o respectivo manjar :).

terça-feira, 7 de julho de 2009

Pato à Pequim #1

Existem na China quatro tipo de culinárias diferentes referentes a zonas específicas do país. A mais conhecida no Ocidente é proveniente de Hong Kong e do sul, zona de Cantão ou Guangdong, banhada pelo mar do sul e pelo rio delta. As outras três culinárias são provenientes das zonas de Xangai, Pequim e Sichuan. A cozinha chinesa incorpora os conceitos de equilíbrio e harmonia e se a culinária do sul é conhecida pela frescura dos alimentos que utiliza, a culinária de Xangai é famosa pela sua diversidade e fusão, a cozinha de Pequim pela sua sofisticação e a culinária de Sichuan por ser mais picante e repleta de especiarias, pimenta qb.

O pato à Pequim é a famosa especialidade de crepes chineses cujo interior é forrado com lombinhos de pato e verdura. A receita remonta ao século XV e em Pequim o cozinheiro vem à mesa descascar o pato. Os crepes são de seguida enrolados à frente do cliente. Delicioso.

O ano passado tinhamos estado no restaurante mais famoso (recomendado pelo Lonely Planet) este ano fomos ao recomendado pelo Guia da American Express. Ambos soberbos. O do ano passado ganhou pelo cerimonial à volta da refeição o deste ano pela variedade de acompanhamentos.

A preparação
O nosso pato
Idem
Que bom aspecto
Nhamm !!
A sobremesa

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Pequim - Metro

Pequim tem das mais modernas redes de Metro que conheço.

Obvio que foi tudo construído (ou reconstruido) para o J. Olímpicos. Mas vale a pena ver e mais....é facilimo usar este meio de transporte. Informações em chinês e inglês, uma simpática gravação nas duas línguas, a maioria das estações com sistemas de protecção antii queda na linha, entradas e saída indicadas e minimente organizadas (para os chineses não há filas). Quem como eu andou "às cascas" em Osaka, acha Pequim quase como em casa.

Metro
Interior

Decoração na Estação do Parque Olímpico